Muitas mulheres procedem virtuosamente, mas tu a todas sobrepujas. Provérbios 31.29
O Alvo
Quer se manter na Fé? O nascido de Deus procura Nascer de Deus todos os dias, pois o que importa para ele é o Hoje, nascer todos os dias. OUÇA!
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A inveja
A mulher natural por si só ela têm um espírito competitivo, se uma "amiga" fala que gosta de uma roupa a outra logo pensa "eu vou comprar primeiro que ela e ela vai invejar".A mulher natural ela têm prazer em causar inveja nas outras, mal ela sabe que está lhe prejudicando, ela se diverte com isso, mas quando não está causando inveja nos outros, é ela mesma que está invejando.
E a pessoa que têm inveja ela é orgulhosa dentro de si, ela não admite ter inveja de outras mulheres, mas dentro dela está aquela bola de neve de inveja, amargura, raiva, ódio, a inveja vem acompanhada de todos esses outros sentimentos e até problemas de saúde. E também só é mais um passo que ela dá para a depressão. Pois se inveja as coisas dos outros estará sempre questionando não ter o que as outras têm e assim ficará triste sem ter força para lutar contra este sentimento.
O segredo da mulher sobrenatural é não invejar, não ter raiva, não ter magoa, não ter odio de nenhuma mulher. A mulher sobrenatural ela pensa diferente, se ela gostou de algo uma roupa, quer vencer os problemas espirituais, têm um objetivo de vencer financeiramente, de ter o caráter diferente, ela corre atras dos seus objetivos e os alcança sem ter que cobiçar as coisas dos outros. A mulher sobrenatural é diferente, ela é a própria renuncia e o sacrifício, ela guarda o seu coração, ela é pura, ela vence o pecado, ela não quer glória pra si, ela quer ser a Glória de Deus!
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A Importância da Oração
E também além da Importância da Oração, é a Importância de levar os seus filhos para a EBI!
Pois enquanto Deus cuida de você no salão da IURD, lhe ensinando, as crianças também estão aprendendo na Escolinha!
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Me ajudou em muitas guerras!
Outro dia, vi uma formiga que carregava uma enorme folha.
A formiga era pequena e a folha devia ter, no mínimo, dez vezes o tamanho dela.
A formiga a carregava com sacrifício.
Ora a arrastava, ora tinha sobre a cabeça.
Quando o vento batia, a folha tombava, fazendo cair também a formiga.
Foram muitos os tropeços, mas nem por isso a formiga desanimou de sua tarefa.
Eu a observei e acompanhei, até que chegou próximo de um buraco, que devia ser a porta de sua casa.
Foi quando pensei: "Até que enfim ela terminou seu empreendimento".
Na verdade, havia apenas terminado uma etapa.
A folha era muito maior do que a boca do buraco, o que fez com que a formiga a deixasse do lado de fora para, então entrar sozinha.
Foi aí que disse a mim mesmo: "Coitada, tanto sacrifício para nada."
Lembrei-me ainda do ditado popular: "Nadou, nadou e morreu na praia."
Mas a pequena formiga me surpreendeu.
Do buraco saíram outras formigas, que começaram a corta a folha em pequenos pedaços.
Elas pareciam alegres na tarefa.
Em pouco tempo, a grande folha havia desaparecido, dando lugar a pequenos pedaços e eles estavam todos dentro do buraco.
Imediatamente me peguei pensando em minhas experiências.
Quantas vezes desanimei diante do tamanho das tarefas ou dificuldades?
Talvez, se a formiga tivesse olhado para o tamanho da folha, nem mesmo teria começado a carregá-la.
Invejei a força daquela formiguinha
Naturalmente, transformei minha reflexão em oração e pedi ao Senhor:
Que me desse à tenacidade daquela formiga, para "carregar" as dificuldades do dia-a-dia.
Que me desse à perseverança da formiga, para não desanimar diante das quedas.
Que eu pudesse ter a inteligência, a esperteza dela, para dividir em pedaços o fardo que, às vezes, se apresenta grande demais.
Que eu tivesse a humildade para partilhar com os outros o êxito da chegada, mesmo que o trajeto tivesse sido solitário.
A formiga era pequena e a folha devia ter, no mínimo, dez vezes o tamanho dela.
A formiga a carregava com sacrifício.
Ora a arrastava, ora tinha sobre a cabeça.
Quando o vento batia, a folha tombava, fazendo cair também a formiga.
Foram muitos os tropeços, mas nem por isso a formiga desanimou de sua tarefa.
Eu a observei e acompanhei, até que chegou próximo de um buraco, que devia ser a porta de sua casa.
Foi quando pensei: "Até que enfim ela terminou seu empreendimento".
Na verdade, havia apenas terminado uma etapa.
A folha era muito maior do que a boca do buraco, o que fez com que a formiga a deixasse do lado de fora para, então entrar sozinha.
Foi aí que disse a mim mesmo: "Coitada, tanto sacrifício para nada."
Lembrei-me ainda do ditado popular: "Nadou, nadou e morreu na praia."
Mas a pequena formiga me surpreendeu.
Do buraco saíram outras formigas, que começaram a corta a folha em pequenos pedaços.
Elas pareciam alegres na tarefa.
Em pouco tempo, a grande folha havia desaparecido, dando lugar a pequenos pedaços e eles estavam todos dentro do buraco.
Imediatamente me peguei pensando em minhas experiências.
Quantas vezes desanimei diante do tamanho das tarefas ou dificuldades?
Talvez, se a formiga tivesse olhado para o tamanho da folha, nem mesmo teria começado a carregá-la.
Invejei a força daquela formiguinha
Naturalmente, transformei minha reflexão em oração e pedi ao Senhor:
Que me desse à tenacidade daquela formiga, para "carregar" as dificuldades do dia-a-dia.
Que me desse à perseverança da formiga, para não desanimar diante das quedas.
Que eu pudesse ter a inteligência, a esperteza dela, para dividir em pedaços o fardo que, às vezes, se apresenta grande demais.
Que eu tivesse a humildade para partilhar com os outros o êxito da chegada, mesmo que o trajeto tivesse sido solitário.
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