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Perdida no Altar - parte II


Olá amigas, segue o testemunho da esposa de pastor, se deseja pode ler  aqui a primeira parte, que foi publicada semana passada.
“Tenho acompanhado os comentários do post da semana passada e os que me chamam mais a atenção são os daqueles que estão passando pelo mesmo que passei ou algo semelhante, pois foi pensando em vocês que que decidi me abrir sobre isso.
Hoje vou me estender um pouquinho mais… mas continue acompanhando até o final, valerá a pena.
Antes de ser levantada a obreira, eu já havia vencido os problemas para dormir, já não me sentia deprimida e para mim, a igreja era o meu lar, o lugar onde eu me sentia mais feliz.
O tempo foi passando, conheci meu esposo, nos casamos e começamos a fazer a Obra juntos. Tudo parecia ir bem, da igreja para casa, de casa para a igreja… Não tinha tempo para mais nada… aliás o que eu mais queria, era fazer, fazer e fazer…
Tais afazeres não me permitiram ver o meu verdadeiro estado espiritual. Eu estava fazendo as coisas automaticamente, dependia da fé do meu esposo e do ambiente em que me encontrava…
Eu ainda sentia coisas estranhas na hora da oração forte e não conseguia vencer certos pensamentos (pecaminosos), pois ao invés de repreendê-los, eu os entretinha e na minha própria mente – onde apenas Deus e o diabo sabiam o que se passava – eu pecava. Eu me sentia mal depois, pois sabia que era errado, então pedia perdão a Deus e seguia em frente, da mesma forma que fazia com a maneira em que me sentia durante as orações de libertação.
Então houve um período em que se falava muito em novo nascimento, não apenas para o povo, mas também entre nós, que fazemos a Obra. Uma palavra ficou marcada dentro de mim: “Aquele que é nascido de Deus vence o mundo”. Foi meditando nessas palavras que eu disse para mim mesma: como posso ser nascida de Deus se eu não estou vencendo? Não conseguia vencer as tentações e não conseguia vencer aquilo que estava sentindo, não conseguia ser independente e o meu bem-estar dependia da influência de terceiros.
Um dia, comentando sobre as reuniões de libertação com alguns amigos e sobre a nossa luta para libertar as pessoas, eu me senti mal e por um segundo tudo se escureceu e não consegui ver nada. Foi muito rápido, eu disfarcei logo, mas dentro de mim eu me senti confusa… Isso não está certo! – pensei.
Decidi me consagrar mais a Deus e então pensei: vou louvar a Deus em línguas, pois o fazemos para a nossa própria edificação. Essa minha oração teve o efeito contrário, eu sei que não sabemos o que falamos quando louvamos a Deus em línguas mas naquele momento, é como se eu estivesse conversando abertamente em uma outra língua, eu nunca tinha proferido palavras como aquelas e o tom que eu usava era como de alguém com raiva… meu coração bateu forte e eu senti medo. “Basta! Preciso buscar ajuda agora!”
Meu testemunho e a conclusão da minha história chegam na semana que vem… não percam!”
Uma esposa de pastor.

Perdida no Altar - parte 1

Olá amigas, hoje temos o testemunho de uma esposa de pastor, gostaria que vocês acompanhassem com muita atenção.
“Descobri que não era nascida de Deus quando já fazia a Obra de Deus no Altar, pensei que tudo estava perdido mas Deus mudou a minha história.
Sei que ainda existem outros passando pelo mesmo que eu passei, por isso decidi compartir o meu testemunho, para que a história dessas vidas se transformem assim como a minha.
Fui criada praticamente na igreja, pois quando cheguei tinha apenas 2 anos de idade.
Desde pequena fui muito tímida e logo novinha desenvolvi um complexo com a minha aparência, devido a um comentário de mau gosto de um colega de escola. Devido a esse problema, eu acabei me fechando e já não falava com mais ninguém, nem mesmo na igreja. Eu apenas sorria… mas por trás dessa menina tímida havia alguém infeliz, que começou a ter problemas espirituais, não dormia bem a noite, tinha muito medo, pesadelos, desejo de suicídio… por conta disso tentei tirar a minha vida 3 vezes..
Eu sentia coisas estranhas na hora da oração forte, mas nunca oraram por mim, pois pelo fato de eu ter nascido na igreja e não ter tido nenhum envolvimento direto com o mundo, pensavam que eu estava liberta. Uma vez eu comentei sobre isso com uma pessoa e ela simplesmente me disse: “minha filha, repreende e segue em frente”; até ela pensava que eu era liberta, pois eu era uma filha de pastor.
Segui o conselho dessa pessoa – pelo menos era o que eu pensava – fui buscando a Deus nas orações, sempre baseadas em emoções: se eu chorava, pensava que estava bem, se não chorava, pensava que estava mal…
Havia em mim um desejo de servir a Deus, eu me sentia bem na igreja, queria ajudar as pessoas, pois isso me preenchia. Numa das minhas orações, comecei a falar em línguas e quando me perguntaram se eu tinha o Espírito Santo e se queria ser obreira, eu respondi que sim.
Meu testemunho continua na semana que vem…”
Uma Esposa de Pastor

Quinta Especial

Agora toda Quinta estarei colocando uma postagem de um blog que eu sempre leio. A postagem de hoje vai do blog do bispo Macedo que sempre eh muito edificante, se quiser passar por la acesse aqui.

Bola Preta



Sentado junto ao portão do colégio, um menino negro aguardava sua mãe.
Enquanto isso, ele observava atento um vendedor de bolas na praça em frente que, buscando atrair compradores, de vez em quando, soltava uma bola ao ar livre.
Ora de cor vermelha, ora amarela e assim por diante.
Intrigado, o garoto atravessou a rua e perguntou ao vendedor:
- Moço, a bola de cor preta não sobe não?
Imediatamente, o vendedor tomou uma bola preta e soltou-a como as demais.
Em seguida, lhe disse:
- Meu caro jovem, o que faz a bola subir não é a cor, mas o que está dentro dela.
Por uma série de razões, muitos têm se justificado por não subir na vida. Nutrem complexos da cor, falta de escolaridade, de dinheiro, de oportunidade, de profissão, por ser ex-detento, mendigo, gordo, magro, feio, pobre, morador de comunidade, de rua etc.
No fundo, no fundo, tudo isso resume-se numa única palavra: dúvida.
A maldita dúvida impede qualquer um de avançar, independentemente de sua capacidade intelectual ou condição socioeconômica.
Quando se fala em fé, muitos associam isso à vida religiosa, vida de rezas, frequência à igreja e coisas desse tipo.
Ao contrário do que se imagina, a verdadeira fé em Deus nada tem a ver com religião. Ela é a força de Deus que opera no íntimo dos humildes de espírito (bolas) para fazê-los alcançar as maiores alturas.
Ela faz o débil acreditar em si mesmo e abrir a visão espiritual para a realização dos seus sonhos.
Não é à toa que está determinado:
“Deus escolheu as coisas loucas do mundo para envergonhar os sábios e escolheu as coisas fracas do mundo para envergonhar as fortes; e Deus escolheu as coisas humildes do mundo, e as desprezadas, e aquelas que não são, para reduzir a nada as que são…” I Coríntios 1.27-28
Com que objetivo o Senhor Deus tem feito isto?
Para mostrar a diferença de vida dos que creem nEle e daqueles que não creem.
Bispo Macedo 
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